Maicon participa do VVV

Maicon participa do VVV

No sábado (30/11), participou do VVV (Vai Virar Viral) Programa de Rádio da 98,7 FM, onde foi convidado para falar do Projeto Paradesporto que tem acontecido todos os sábado no Ginásio Gilberto Tanus Braz (Rodrigão), em parceria com a Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Juventude de Muriaé/MG.

Segundo informações disponíveis no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro, vinte modalidades fazem parte do quadro de competições oficiais do Comite Paraolímpico Internacional (IPC). Atletismo, Basquete, Bocha, Ciclismo, Esgrima, Futebol 5, Futebol 7, Goalball, Halterofilismo, Hipismo, Judô, Natação, Remo, Rugby, Tênis, Tênis de Mesa, Tiro com Arco, Tiro Esportivo, Vela e Võlei.

Mercado de trabalho, veja a realidade para deficientes

Mercado de trabalho, veja a realidade para deficientes

A Lei de Inclusão Social, aprovada em 2004, obriga as empresas com mais de cem funcionários a ocupar de 2% a 5% das vagas com deficientes. Mas esse tipo de inclusão, de acordo com o Conade (Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência Física), esbarra em algumas dificuldades para o deficiente.

A Lei de Inclusão Social, aprovada em 2004, obriga as empresas com mais de cem funcionários a ocupar de 2% a 5% das vagas com deficientes. Mas esse tipo de inclusão, de acordo com o Conade (Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência Física), esbarra em algumas dificuldades para o deficiente.

Segundo o presidente do conselho, Alexandre Carvalho, dentre os maiores obstáculos que os deficientes enfrentam, estão o preconceito por parte dos colegas de trabalho, a necessária adaptação de ambientes de trabalho, como rampas e alargamento de portas, e a dificuldade de comunicação com pessoas cegas e surdas.

Contratação
Mesmo com as dificuldades, a contratação de pessoas com deficiência aumentou 56% de 2005 para 2006, depois de fiscalização do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). Em 2005, 12.786 deficientes foram contratados depois da empresa receber advertência, enquanto no ano passado foram 19.978.

No primeiro trimestre de 2007, o MTE registrou 4.151 deficientes inseridos no mercado de trabalho. “Hoje em dia nós não trabalhamos com a noção de inserção, ou seja, levar os deficientes para dentro das empresas. Nós queremos também que elas tenham estabelecimentos inclusivos, que sejam capazes de receber qualquer pessoa para a prestação de serviços”, disse o procurador Regional do Trabalho, José Cláudio Monteiro de Brito Filho.

Capacitação
Por causa das dificuldades, muitos profissionais com deficiências desistem de buscar uma vaga no mercado de trabalho. Outro motivo apontado para a exclusão desses profissionais é a falta de qualificação.

De acordo com Andrea Goldschmidt, professora da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e sócia da Apoena Social, a lei tem o mérito de gerar possibilidade de inclusão no mercado de trabalho para os deficientes, mas não leva em consideração as limitações de encontrar profissionais que realmente querem e podem trabalhar. “A valorização deles é grande, mas poucos têm formação adequada”.

Setores
Em alguns tipos de serviço, é exigida aptidão física, como para seguranças, em que a lei 7.102 obriga que passem por academias de vigilância credenciadas pelo Departamento de Polícia Federal. “Até hoje nós não conseguimos achar uma pessoa com deficiência que passou pela academia, fez o curso de vigilante e está apto a trabalhar”, disse Irenaldo Pereira, diretor do Sindicato das Empresas de Segurança Privada no Distrito Federal.

Neste caso, o Conade e a Secretaria Especial de Direitos Humanos devem votar um parecer, em dezembro, que propõe que as empresas de segurança revejam cursos preparatórios, de modo a incluir pessoas com deficiência.

Benefícios
O que impedia a inserção do deficiente era o fato de ter de abrir mão do benefício pago pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), destinado a quem não trabalha e tem renda de até um quarto do salário mínimo. Desde setembro deste ano, decreto prevê que os deficientes voltem a ter o direito do benefício, em caso de desemprego.

“Esse medo é natural. Porque o custo de vida de uma pessoa com deficiência é 40% mais alto que o de uma pessoa sem deficiência aparente. Então o risco de ir para o mercado de trabalho, ser demitido e ficar sem nenhum tipo de assistência assustava as pessoas”, disse o presidente do Conade à Agência Brasil.

Plano Nacional Viver sem Limites

Plano Nacional Viver sem Limites

Dos 5.570 municípios do país, 1.115 já aderiram ao Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite.  Ao atingir essa marca, 20% do território brasileiro já estão pactuados ao Plano Nacional, que desenvolve políticas públicas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência.  O número representa ainda a superação da meta de adesões municipais estabelecida para o ano de 2013, que era de 1.000 municípios.

O secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antônio José Ferreira, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), ressaltou o reconhecimento com que o Viver sem Limite tem sido recebido pelo país. “Alcançar 1/5 das cidades brasileiras significa que estamos conseguindo levar a política para todas as regiões do Brasil, além disso, é importante destacar que são os gestores destas cidades que se manifestam solicitando a adesão ao Programa Viver sem Limite, logo, são prefeitos que reconhecem a política e a importância de fazer as ações chegarem à população”, ressaltou.

Na segunda quinzena de outubro e durante o mês de novembro, ocorreram adesões coletivas em vários estados do país. Nesse período, 118 cidades dos estados de São Paulo, Paraíba, Maranhão, Mato Grosso, Goiás e Tocantins assinaram a adesão ao Plano.

Novas adesões – Esta semana, o Viver sem Limite recebeu a adesão de 17 municípios dos estados do Amapá (6) e Amazonas (11). Durante cerimônia, realizada na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE/AM), Antonio José falou do significado das adesões dos estados do Norte. “As adesões nesta parte do país tem um simbolismo muito forte na medida em que uma capital como Manaus adere, com seus quase dois milhões de habitantes, na mesma cerimônia de um município como Boca do Acre, distante mais de mil quilômetros, isso evidencia que a política está chegando de fato nos quatro cantos do país”, afirmou.

Viver sem Limite – Lançado pela presidenta Dilma Rousseff em novembro de 2011, o Viver sem Limite é um conjunto de ações, coordenadas pela Secretaria de Direitos Humanos, com parceria de mais 15 ministérios e do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade). Estas ações estão estruturadas em quatro eixos: Acesso à Educação, Atenção à Saúde, Inclusão Social e Acessibilidade. O investimento é de R$ 7,6 bilhões, até 2014.

Assessoria de Comunicação Social

Passeio no sítio

Passeio no sítio

Fomos aproveitar o feriado (15/11), para passear no sítio da irmã da nossa companheira e amiga, Eslyane.